
Hospitais e prontos-socorros têm um agravante que a maioria dos imóveis não tem: parte significativa dos ocupantes não consegue se evacuar sozinha em caso de emergência. Isso muda completamente a lógica do projeto — de evacuação total para estratégias como compartimentação e áreas de refúgio.
Compartimentação entre setores (UTI, centro cirúrgico, enfermarias), sistema de detecção e alarme compatível com a operação contínua 24 horas, e rota de fuga adaptada à realidade de pacientes com mobilidade reduzida.
Planejamento de vistorias e eventuais adequações de forma a não comprometer a operação hospitalar, que não pode parar mesmo durante obras de regularização.
Experiência com o nível de exigência normativa aplicável a unidades de saúde, incluindo documentação para órgãos regulatórios da área.